Os carboidratos são nutrientes fundamentais na alimentação de praticantes de exercício, atletas amadores e profissionais, pois geram energia para a manutenção e intensidade ao longo dos treinamentos.

A demanda energética nos treinamentos longos é disponibilizada através da degradação dos carboidratos durante o exercício.

Nos exercícios com intensidade moderada e de longa duração, pode ocorrer fadiga em função da utilização do glicogênio muscular e hepático. Quanto mais longo for o treinamento, maior será a utilização do glicogênio para manutenção de energia.

Nos últimos vinte anos a nutrição esportiva evoluiu com estudos em animais e seres humanos e comprovou a importância da nutrição prévia e da ingestão de carboidratos ao longo do dia, pré, durante e após os treinamentos. Após a ingestão dos carboidratos e do processo de digestão e absorção são formados dois substratos importantes para serem usados ao longo dos treinos: glicogênio muscular e hepático.

O glicogênio hepático ou chamado glicogênio do fígado tem como principal objetivo ser a fonte imediata de glicose para que haja a manutenção de glicemia durantes os treinamentos. Esse estoque no entanto, é limitado. Em torno de 40 a 60 minutos após inicio da atividade esses estoques que mantém a glicemia vão sendo reduzidos e dessa forma são necessárias novas reposições de glicose através da suplementação. Se a suplementação de carboidratos não acontecer, outra rota metabólica é ativada para a produção da glicemia: a gliconeogênese.

A gliconeogênese produz glicose através de três fontes: lactato, glicerol e aminoácidos. O lactato é produzido através do metabolismo energético e transportado ao fígado (ciclo de cori), formando glicose e liberando na corrente sanguínea. A lipólise, ou seja, a quebra da gordura corporal provinda da oxidação dos triacilgliceróis libera na corrente sanguínea glicerol que no fígado é transformado em glicose e auxilia na manutenção da glicemia.

Os aminoácidos, no entanto, são disponibilizados através da degradação de proteína muscular para a formação de glicose. Esse mecanismo faz com que durante o treinamento longo a massa muscular seja utilizada como fonte de energia. Para evitar que isso aconteça é fundamental manter a suplementação de carboidratos ao longo dos treinamentos, principalmente aqueles que duram mais de 1h30.

Assim como o glicogênio hepático é importante para a manutenção de energia nos treinos, o glicogênio muscular é fundamental para você manter a intensidade do seu treinamento. O músculo é um tecido egoísta. Os substratos armazenados nele são usados somente para essa manutenção de energia e esses estoques também são limitados. Após a redução e depleção total do glicogênio muscular, a suplementação é importante para manter esse fornecimento de energia para os músculos, e Xtratus foi criado com este objetivo.

De acordo com Jeukendrup, a ingestão de carboidratos durante os treinamentos mais longos aumenta a capacidade e a performance reduzindo os custos da produção de oxigênio. A energia produzida através do metabolismo do carboidrato é maior pela disponibilidade de substrato e mais simples devido as suas rotas metabólicas quando comparado aos substratos de gordura. O rendimento de energia através do volume de oxigênio provindo do carboidrato, portanto, é maior e mais fácil para o organismo do que quando comparado aos substratos de gordura.

Outro papel fundamental do carboidrato nesses momentos de treinos volumosos é que esses nutrientes são veículos importantes para a absorção de micronutrientes e eletrólitos.

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